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Essa receitinha de bolo é muito especial, pode ser consumida desde os 8/9 meses, é ideal para complementar o café da manhã e o lanchinho da tarde. Mas, é perfeita para carregar na bolsa quando forem sair para passear e o bebê sentir fome. Eu amo cozinhar e fazer experimentações, já fazia isso antes de ser mãe e agora faço com muito mais amor. Essa receita não contém nenhum derivado de leite, e pode ser oferecida aos bebês com APLV. Vamos lá!

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INGREDIENTES

2 bananas tipo prata

1 pera portuguesa

100 gramas de passas

3 laranjas tipo mimo (pode usar outro tipo)

3 colheres de linhaça ou chia

3 xícaras de farinha aveia integral – aproximadamente 350 gramas (marca Mãe Terra)

1/2 xícara de grãos de aveia integral (marca Jasmine)

6 colheres de sopa de óleo de coco

2 1/2 colheres de chá de fermento em pó para bolo

Opcional: eu cuido muito da alimentação de Miguel, não sou extremamente rígida, mas tento oferecer o melhor para a saúde dele. As farinhas integrais são saudáveis e ajudam no funcionamento geral do intestino, o óleo de coco além de saboroso, também possui um tipo de gordura mais fácil de ser digerida e metabolizada, diminuindo o acúmulo de calorias e gordura no corpo, eu também tenho adicionado à semente de chia em diversas receitas que preparo para Miguel, que é extremamente rica em ômega-3, cálcio, fibras, ferro e diversos outros nutrientes importantes para a saúde e desenvolvimento, tem sabor suave e pode ser usada em quase tudo que se queira.

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PREPARO

Passo 1 (substituto do ovo)

Primeiro você prepara a linhaça, que neste caso é o substituto do ovo: coloque 3 colheres (sopa) de linhaça ou chia de molho por 30 minutos em 9 colheres de água morna. Deixe de molho até obter um gel. Se seu bebê não tiver alergia ou algum tipo de sensibilidade ao ovo, você pode usar dois ovos na receita.

Passo 2

Em seguida corte a banana e a pera em cubos pequenos. Depois esprema as laranjas mimo para obter o suco delas, rende aproximadamente 1 copo de 200ml. Leve ao fogo baixo e acrescente as passas, cozinhe um pouco e seguida adicione as frutas cortadinhas, você vai mexer levemente até obter cozimento brando. Esse bolo não leva açúcar nem leite justamente porque as frutas são pré-cozidas no suco da laranja mimo que é muito doce e este preparo é o que dá a consistência da massa, reserve para esfriar.

Passo 3

Em outro recipiente junte a farinha de aveia integral, os grãos de aveia, o óleo de coco e a linhaça umedecida, misture bem e vá adicionando aos poucos o preparo das frutas pré-cozidas mexendo até obter homogeneidade. Para finalizar acrescente o fermento.

Observe que fica uma massa mais grossa do que de um bolo normal, é assim mesmo, o resultado é um bolo firme, porém, cremoso e macio. Miguel ama, tenho que controlar porque ele come tudo se deixar.

Pré-aqueça o forno

Deixe o forno pré-aquecer por aproximadamente 10 minutos a 220 graus, enquanto isso unte uma forma com o próprio óleo e a farinha integral, adicione a massa, se você tiver uma boa assadeira em teflon não é preciso untar, já põe a massa direto e quando desenformar sai lindo. Deixe assar por aproximadamente 20 minutos em fogo médio, mas, esse tempo varia de forno para forno.

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Como armazenar?

Por ser uma receita 100% natural, sem nenhum tipo de conservantes, só deixe em temperatura ambiente no primeiro dia, e depois guarde em um recipiente hermético na geladeira.

Rende aproximadamente 10 bolinhos no tamanho de um cupcake.

Sempre me perguntam sobre a laranja mimo que uso em diversas receitas, aqui no Nordeste ela é bem comum, encontramos em todos os supermercados e feiras, ela tem a casca mais grossa, e a cor predominante é o laranja sólido, acho que é a mais doce das laranjas, e eu uso muito para quebrar a acidez de alguns alimentos ou para adoçar.

Agora é só testar a receitinha aí, e não esqueça de vir aqui me contar como ficou por aí!
Beijos

Autora:

Carol Arruda Mello

Instagram @infanciaematernagem

Facebook www.facebook.com/infanciaematernagem

O que mais tem na vida materna é decisão difícil! Concordam? Parece que quase tudo tem alguma dose de drama ou insegurança, não é?

Foi assim também quando precisei trocar o bebê conforto de Miguel para uma cadeirinha automotiva maior. Fizemos essa mudança quando ele tinha 10 meses, já não aguentávamos mais as reclamações e o chororô quando o colocávamos no bebê “confronto”, que claramente não estava mais confortável. Havia ficado pequeno e apertado.

Pesquisei muuuitoooo, fui a várias lojas, olhei de perto inúmeros modelos de cadeiras para carro, assisti vídeos e fiz uma breve pesquisa com outras mães pedindo indicação e opiniões sobre suas experiências.

Cheguei à conclusão que valeria muito a pena investir no conforto, e acima de tudo na segurança que o modelo Chicco Nextfit oferece. Minha experiência com essa cadeira é tão positiva que eu não canso de indicar para quem me pede opinião a este respeito. A cadeira chegou às vésperas de uma viagem que faríamos, e eu vibrei, percebi o quanto valeu o investimento quando Miguel sentou e não chorou, assim, viajamos por quase 250 km sem choro, e com uma soneca gostosa de quase duas horas ahaha…

Quando trocar do bebê-conforto para a poltrona?

A lei diz que você precisa trocar de cadeirinha quando ele fizer 1 ano, mas na verdade você só precisa trocar o bebê-conforto quando:

  1. Seu filho passar do limite de altura previsto no manual do bebê-conforto
  2. Seu filho passar do limite de peso previsto no manual do bebê-conforto

Pode ser que seu filho ultrapasse o limite antes de completar 1 ano. Caso isso ocorra, você vai ter de trocar o bebê-conforto por uma poltrona reversível que possa ser instalada de costas para o movimento do carro e depois invertida.

Quando virar a poltrona do carro para a frente?

Bebês de menos de 1 ano não podem viajar em poltronas ou bebês-conforto virados para a frente, seja pela lei brasileira, seja pelas normas de segurança. Nós viramos a cadeira de Miguel para frente quando ele completou 15 meses, seguramos o máximo que pudemos, mas, ele já estava grande e queria interagir muito conosco na frente do carro. O importante é seguir bem a recomendação de segurança.

Sobre a Chicco Nextfit

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Conforto e segurança garantidos, possui cinto de segurança de três pontos com clipe, estas são as principais características da Chicco nextfit. Mas, não para por aí. Pode ser usada desde o nascimento como bebê conforto e vai até os 8 anos em média. Pois, ela tem 9 posições ajustáveis e reclináveis, que se adaptam até os 29.4kg, acompanhando o crescimento do bebê até se tornar uma criança de aproximadamente 8 ou 9 anos (em média), não é sensacional?

Existe também a Chicco nextfit Zip, que tem a capa removível para lavagem rápida e prática. A nossa não possui capa removível, mas eu garanto para vocês que ela é muito simples de limpar, é fabricada em neoprene de altíssima qualidade, um tecido de tecnologia de ponta, usado para confeccionar roupas de mergulho em aguas profundas, sua tecnologia não deixa a temperatura da cadeira ficar mais alta que a do corpo, mantendo o equilíbrio térmico, e eu achei isso sensacional.

Onde comprei?

Esse modelo de Car Seat ainda não foi lançado no Brasil, então, só é possível comprar nos Estados Unidos, mas, eu não precisei viajar até lá para comprar. Usei um serviço de reenvio de compras personalizadas. Funciona da seguinte maneira:

Eu entrei em contato com Jussara Motta da empresa BabyUSAme Inc. Ela é brasileira radicada nos EUA e possui uma empresa de serviços de reenvio de compras e enxoval personalizado. Você pode efetuar sua compra através dos sites e lojas virtuais americanas, e enviar para o endereço da Jussara, de lá ela organiza as embalagens e reenvia os produtos para seu endereço aqui no Brasil.

É possível encontrar a Chicco Nextfit por um valor médio de 250 dólares, o custo beneficio de um produto como esse é, em minha opinião, altamente compensatório. Sobre a possibilidade de ser taxado pela receita, nunca aconteceu comigo, mas, também há formas de calcular as taxas e avaliar o risco do investimento. Minha opinião sobre esse tipo de serviço é muito positiva, pois, sempre tive ótimas experiências.

Para mais informações sobre como adquirir uma Chicco Nextfit ou qualquer outro produto importado dos Estados Unidos sem precisar viajar para lá, vale a pena entrar em contato com a Jussara Motta, ela te envia todas as informações necessárias para esclarecer suas dúvidas e suporte para compras. Se você está fazendo enxoval ou renovando, essa é a oportunidade de economizar dinheiro sem perder a qualidade dos produtos.

Você encontra a Jussara Motta nos seguintes endereços:

WhatsApp: +1 (703) 295-2598

Instagram: @babyusame

Fanpage comercial: facebook/babyusame

Email: contato@babyusame.com

Um beijo no coração!

Carol Arruda

Confesso que às vezes olho para mim e penso: Carol, tá na hora de cuidar melhor de você. Como se estivesse em um monólogo com meu próprio espectro. Mas, me atire a primeira pedra, a mãe que nunca se deixou um pouco de lado por simplesmente não conseguir pensar em mais nada além da saúde e dos cuidados com o filho. 

Miguel (meu primeiro e único filho) é para mim todo sentido que tenho na vida. E ele está sempre no topo das prioridades. Isso não significa que eu fico em segundo plano, esquecida. Mas, significa que a prioridade absoluta é ele. E eu deixo de dormir, de tomar banho, de comer, para poder atender suas necessidades mais urgentes. Não se trata de um eterno deixar, quando percebo que preciso equilibrar melhor meus cuidados pessoais com os cuidados maternos, busco as saídas que minha sanidade emocional solicita. Pois, tenho certeza que todo filho é grato e feliz com uma mãe que reconhece o próprio bem estar.

Vocês já perguntaram às suas mães como elas se sentiam e o que elas faziam quando precisavam enfrentar momentos mais difíceis na vida materna? Eu perguntei a minha mãe o que ela fazia e o que sentia quando eu adoecia. Olhem a resposta no print de uma de nossas conversas pelo WhatsApp:

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A primeira vez que Miguel adoeceu de verdade foi pouco antes do Natal, até então ele tinha tido apenas estados febris suaves, decorrentes e alguma virose inofensiva. Mas, em dezembro desse ultimo ano (2016), ele teve uma forte crise convulsiva ocasionada por um estado febril que não respondeu à medicação e subiu bruscamente. Vivemos momentos de pânico, e foi depois disso que eu percebi com mais clareza o quanto é importante manter minha saúde e meu bem estar. Imagine se eu não tivesse energia física e mental  para aguentar firme quase 32 horas sem dormir? Ficar mais de 18 horas com um bebê no colo na urgência hospitalar? Precisamos ser fortes para cuidar de nossos filhos, não são apenas eles que precisam de cuidados. NÓS TAMBÉM!

Às vezes o adoecimento dos nossos filhos é algo que foge do nosso controle, e por isso é fundamental nos cuidarmos. Já pensou se seu filho adoece e você não tem energia nem saúde para conseguir cuidar dele como ele precisa? Não podemos esquecer que os filhos são espelhos do que os pais sentem e vivenciam. Se você está bem, certamente, as chances do seu filho se sentir igual, são evidentes.

Se seu filho(a) perguntasse o que você faz para cuidar da sua saúde? O que você responderia para ele (a)?

Vou te convidar para assistir esse vídeo abaixo e se emocionar com as surpresas que essas mães recebem. Eu me emocionei muito ao assistir. As mães ficaram sem palavras para responder seus filhos quando são perguntadas sobre o que elas fazem para cuidar da própria saúde. Percebi que preciso retomar minhas atividades físicas, marcar consultas de rotinas. Cuidar melhor da minha própria alimentação e não apenas da alimentação de Miguel.

O vídeo mostra a emoção de três mães que falam das noites em claro cuidando de febre, tosse, etc, e a surpresa de verem deus pequenos demonstrando a preocupação e cuidado com a saúde delas.

Cliquem no link para assistir. É lindo. Uma campanha cheia de amor e carinho das Farmácias Pague Menos.

Espero que gostem, esse foi um trabalho realizado com muito amor.

Um grande beijo, e não esqueçam:

VAMOS NOS CUIDAR, MAMÃES.

Carol Arruda

A maternidade pode ser muito dura se não compreendermos que existem mudanças naturais e pontos de equilíbrio e “desequilíbrios”… a rotina pode criar um penhasco entre a liberdade e o aprisionamento de sensações muito íntimas! Já pensou sobre isso?

O papel da mulher que se torna mãe mudou tanto nos último séculos, mas, parece que ainda carregamos alguns grilhões sobre esta função.

Ser mãe integralmente e abrir mão das funções que já foram prioridade e hoje possuem outros sentidos, ou tentar ajustar as atividades já existentes em nossas vidas e adaptá-las à maternidade? São escolhas duras, complexas e subjetivas. Que pode nos deixar em um beco sem saída. Paralisadas diante de decisões são difíceis que às vezes parece até uma prisão mental.

Não é a maternidade que aprisiona. O que aprisiona uma mulher na função materna é a frustração dela diante das expectativas implantadas no exercício desse papel. Não tenho dúvidas que ter filhos pode sim ser a maior realização da vida de uma mulher, eu tenho vivido isso, mas, cada uma de nós vivemos uma realidade própria e subjetiva. Há mulheres que escolhem outros caminhos. Só nós sabemos as dificuldades e as facilidades que envolvem as escolhas da vida e as decisões do nosso dia a dia.

O fato é que existem expectativas sociais e pessoais em relação a maternagem.

Essa coisa de ser mãe em tempo integral versus mãe que sai para trabalhar fora me deixa intrigada. Entendi que quando saio, continuo integralmente mãe, a separação física não desintegra a presença emocional quando bem estruturada.

Outro dia conversando com uma amiga que tinha voltado ao trabalho, perguntei como ela estava, e a resposta foi: “PARECE QUE ESTOU DE FÉRIAS”… algumas mulheres, mesmo depois da maternidade sentem falta do trabalho e querem voltar logo a vida profissional, outras sentem um imenso vazio ao ter que deixar o filho para voltar a trabalhar por necessidade. Isso é subjetivo, íntimo é intrínseco à cada história pessoal. Eu, por exemplo abri mão do trabalho e das conquistas sociais que ele me garantia, para poder ficar o máximo de tempo em casa cuidando pessoalmente de toda a crianças e cuidados de Miguel. Mas, agora sinto um desejo pessoal junto com uma necessidade financeira de retornar ao mercado, e por isso decidi colocá-lo em uma escolinha quando completar 20 meses.

Passar o dia com um bebê, seguindo rotina, amamentando ou preparando mamadeira, dando banho, trocando, colocando para dormir, brincando, preparando comidinhas e ensinando a comer, não é fácil, ainda mais quando estas funções são acompanhadas pelas tarefas da casa e ainda mais com tarefas fora de casa!

Esse é um processo que pode conduzir a mulher em direções muito diversas… Se maternar integralmente não for uma escolha, será sim uma prisão. Assim como ter que retornar ao trabalho após 4 ou 6 meses pode ser uma experiência emocionalmente devastadora para muitas mulheres e libertadora para outras.

Somos mães, mas não somos farinha do mesmo saco, e nossas diferenças não devem ser tratadas como se estivéssemos em um concurso perverso para escolher a melhor e mais dedicada mãe.

Toda mãe é mãe integral, não se esquece que tem filho enquanto está cumprindo o expediente laboral. Toda mãe será trabalhadora integralmente e para a vida inteira, criar filhos é trabalho inacabado, obviamente que cada fase tem suas características e demandas.

Que bom seria se todas pudéssemos encontrar a liberdade ao maternar, adaptando nossas escolhas à realidade vivida.

Sofrer e chorar de tempos em tempos é normal, mas, é o sorriso que precisamos cultivar rotineiramente.
E para você? Como tem sido essa função?

Compartilhe comigo!

Um beijo no coração

Autora

Carol Arruda Mello

Instagram @infanciaematernagem

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Quando um bebê chora e não é atendido pelos pais, inicia-se um doloroso processo de abandono emocional dificultando o desenvolvimento do vínculo e desintegrando a formação do apego.

Eu sinto uma forte aflição quando escuto alguém dizer que colo demais estraga e deixa o bebê mal acostumado, ou pior, sinto uma dor imensa quando alguém diz que deixar o bebê chorando vai ensiná-lo a se tornar independente! Por favor parem! Simplesmente parem de querer transformar nossos bebês em adultos frustrados e emocionalmente doentes! Colo, carinho, apego e amor incondicional (livre de para se expressar de forma genuína) é o que nos torna seres humanos seguros e saudáveis. Esse post é para acabar de vez com essa ideia retrógrada e ridícula, disseminada para aterrorizar e tentar separar precocemente os bebês de suas mães e seus pais!

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Um estudo americano realizado pela Universidade de Washington (2015) apontou a relação entre desenvolvimento do cérebro e amor materno, provando que o amor na relação mamãe-bebê ajuda o cérebro de uma criança a se desenvolver mais. A psicologia já mostrou há décadas através dos estudos de autores como Bowlby, Winnicott e Dolto, por exemplo. Para estes teóricos, quanto mais atenção, carinho e amor recebidos, mais seguros e emocionalmente fortes se tornam as crianças.

A auto independência e a individualidade são processos que levam anos para se elaborarem de forma saudável e segura. Mas, são nos primeiros anos de vida que os vínculos são estruturados e os primeiros e mais fortes traços da personalidade são internalizados.

O estudo da psiquiatra infantil Joan Luby, descobriu que uma importante área do cérebro cresce e se desenvolve duas vezes mais rápido em crianças cujas mães são mais afetuosas e atenciosas, sugerindo que os bebês que são prontamente atendidos em suas necessidades e demandas recebendo carinho e atenção necessária para acalmá-los, têm mais chances de serem saudáveis.

Imagens do cérebro mostraram que a criação com apego é extremamente benéfica para a primeira infância (período que vai do nascimento aos seis anos de idade). Bebês e crianças que recebem afeto e apoio emocional crescem mais sadios. Esse modelo de criação internalizado permite à criança, quando o sentimento é de segurança em relação aos cuidadores (pais), acreditar em si própria, tornar-se independente e explorar sua liberdade (Bowlby, 1989).

A pesquisa analisou diversas situações que podem ocorrer diariamente na rotina de qualquer família, especialmente com crianças pequenas, que demandam atenção em momentos que, por um motivo ou outro, a mãe não pode dar. Seja porque está trabalhando em casa ou até mesmo cuidando de outro filho, e explica que a razão por trás desse tipo de avaliação é que essas situações são vivenciadas cotidianamente por inúmeras mães, e são verdadeiros desafios às habilidades maternas.

O estudo concluiu que as mães que conseguem manter o autocontrole com mais frequência diante das demandas e necessidades dos filhos, demonstrando apoio emocional ao acolhê-los afetuosamente, têm filhos emocionalmente mais saudáveis em relação às mães que desprezam, ignoram e agem de forma punitiva com as crianças. De acordo com Bowlby (1981), as crianças precisam que suas mães ofereçam calor, intimidade, afeto, carinho e amor.

Isso acontece porque há um período crucial em que o cérebro responde mais ativamente ao apoio materno, provavelmente por conta da maior plasticidade do neuronal quando as crianças são mais novas. Os resultados dessa pesquisa evidencia o que a psicologia e psicanálise já registrou sobre o desenvolvimento emocional: amor materno é o elemento mais estruturante na formação do ser humano, e extremamente importante nos primeiro anos de vida. A consciência do amor parental promove força e segurança. A presença de uma mãe suficiente boa que proporcione um ambiente seguro e protetor no qual ela se encontra sempre próxima para assegurar a satisfação das necessidades do filho é fundamental para o desenvolvimento (Winnicott, 2006).

Precisamos romper com a ideia implantada em nossa cultura que colo e atenção deixam os bebês mal acostumados. É importante fornecer apoio aos pais para conduzirmos estilos de criação mais positivos, menos punitivos e individualistas, isso se refletirá em outras características do desenvolvimento infantil, sejam comportamentais ou de adaptação.

Ao nascer o bebê não tem percepção individual do seu corpo, na verdade ele se percebe integrado continuamente ao corpo materno. Aquele bebê que acabou de vir ao mundo percebe a mãe (ou figura substituta) como uma extensão de si mesmo, são dois corpos ocupando a mesma unidade psíquica. Todos os sentidos e necessidades do bebê durante os primeiros seis meses de vida estão intimamente relacionados ao contato com a mãe: o olhar, o cheiro, o toque, os sons do corpo materno, o calor do colo, o movimento de caminhar e carregar nos braços. É a partir da satisfação plena dessa fusão emocional e necessidades imediatas que conduziremos nossos filhos à autonomia psíquica e segurança emocional.

Se entreguem nessa relação, não tenham vergonha de dar todo carinho e colo aos seus filhos.

Aqui em casa somos assim, pode faltar tudo, mas, o amor é ofertado em livre demanda.

Vai ter colo sim, vai ter cama compartilhada sim, vai ter amamentação em livre demanda e prolongada sim. E se reclamar vai ter mais!

Autora:
Carol Arruda Mello

Segue a gente no instagram: @infanciaematernagem
REFERÊNCIAS

BOWLBY, J. Uma base segura: Aplicações clínicas da teoria do apego. Porto Alegre: ARTMED, 1989.

COHEN, D. MARCELLI, D. Infância e Psicopatologia. ARTMED, 2010.

WINNICOTT, D. O brincar e a realidade. Rio de Janeiro: Imago, 1975.

Luby, JL, , AC, Harms, MP, Tillman, R, Barch, DM. Preschool is a sensitive period for the influence of maternal support on the trajectory of hippocampal development. PNAS. 2016.

Levei Miguel à praia pela primeira vez quando ele tinha 5 meses, faz parte da nossa rotina de lazer, pois, moramos no litoral. O clima quente da nossa cidade é um estímulo à parte para irmos à piscina ou tomar um banho de mar e brincar na areia.

Infância e maternagem

Miguel ama esse contato e desde a primeira experiência tomamos alguns cuidados para ser algo inesquecível em nossas vidas:

Até os 12 meses mais ou menos íamos sempre muito cedo à praia. Assim que ele acordava, chagávamos la antes das 8h e ficávamos até umas 9h30min. Me preparei com roupinhas de banho especiais, feitas para proteger a pele do bebê das agressões que os raios solares, por tanto roupas com tecido de proteção é indispensável.

Foi pesquisando sobre esses itens que conheci a loja Baú da Lulu e descobri uma variedade incrível de acessórios próprios para a ocasião, ficamos fãs e desde então todos os acessórios de banho de Miguel são da loja.

Chapéu com proteção solar

Todas as peças possuem proteção fator 50+ contra raios UVA/UVB. Acho que um dos itens mais importantes é o chapéu com proteção, o couro cabeludo dos bebês é muito sensível. Além da cabeça também protege o rostinho. Usamos até hoje o mesmo chapéu!

IMG_2605Clicando aqui você encontra mais modelos tanto para meninos quanto para meninas.

Sunga com fralda reutilizável

Outra peça que amo e recomendo é a sunga ou a bermuda (para meninos) e o biquíni (para meninas) com fralda interna reutilizável. Essa sunga que ele está usando na foto é especial para bebês, é muito confortável, tem abotoamento lateral, o que facilita vestir e retirar.

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O que mais gosto é que não precisa de fralda, pois, tanto a bermuda quanto a sunga são desenvolvidas em um tecido/material próprio para absorver xixi e proteger do cocô sem deixar a sunga cheia. Os modelos e estamparia são variados é muito fofos, sou realmente fã, clique aqui para conferir mais opções. Quando usamos a sunga passo protetor nas perninhas. Esse modelo é da coleção pirata disponível na Baú da Lulu. Para as meninas tem modelos lindos com estampas fofas e cheias de babadinhos!

Brincadeira segura: boia com proteção no tórax e braços

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Eu não poderia deixar de falar dessa bóia! Ela também é da Baú da Lulu, quem nos acompanha no Instagram e no Facebook sabe que ultimamente uso sempre que estamos na piscina ou no mar. A Boia Puddle Jumper é sensacional. Nossa experiência com ela tem sido maravilhosa. Miguel ganhou mais liberdade na piscina e no mar enquanto eu ganhei mais segurança em brincar com ele na água. Além de confortável e linda, é muito segura, pois, não deixa o bebê afundar caso de desequilibre enquanto brinca.

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Ela tem um sistema de proteção ergonômico que faz os bracinhos do bebê flutuar mantendo boa estabilidade. E a proteção no tórax impede que o bebê mergulhe de cabeça, assim, caso ele se desequilibre a boia sempre o deixará boiando de barriga para cima e isso diminui muito o risco de afogamento!

Proteção solar com segurança

Todas as peças da coleção de banho e sol à venda na Baú da Lulu possuem proteção solar fator 50+ o que dispensa uso de protetor. Antes dos 6 meses de vida não é recomendado usar protetor solar na pele dos bebês, o melhor é vestir com roupas e acessórios que protegem de verdade e possuem garantia. A grande vantagem de usar roupas especiais é que temos certeza que as regiões cobertas estão realmente protegidas. Eu comecei usar protetor solar a medida que Miguel crescia e conseguia passar mais tempo brincando na areia e no mar, por volta dos 12 meses ficavamos até as 10h e agora aos 18 meses ficamos até a hora do almoço, com roupas especiais não precisamos passar protetor toda vez que o bebê se molhar, considerando que ele vai ficar a maior parte do tempo brincando na areia e na água isso é bastante inviável. Mas uso protetor hoje nas áreas que estão descobertas, recomendo o protetor da marca La Roche Posay para bebês e a linha Babyganics.

Lembre-se sempre que não podemos deixar nossos bebês e crianças brincando sem supervisão. Nunca deixe as crianças sozinhas em praias nem piscina. Mesmo com toda segurança que os acessórios podem oferecer, a supervisão adulta é essencial.

Para conhecer mais da coleção de roupas de banho e sol entrem na loja virtual da Baú da Lulu, garanto que vão amar tudo por lá!

Site: www.baudalulu.com.br
Instagram: @baudalulu
Facebook: facebook/baudalulu
Contato: (31) 32346205

Um beijo,

Carol Arruda

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O dia está quase acabando e eu ainda de pijama. Você deve pensar: “que preguiçosa” ou “é tão desleixada que nem a roupa de dormir tirou”… e se eu te contar que acordei às 8h da manhã? Aí você terá toda certeza que me julgar é fácil, pois, eu mesma já me condenei, não é?

Se eu te disser que fui pra cama tentar dormir às 2h da madrugada, quando consegui concluir uma parte das atividades do dia que ainda estavam pendentes… aliviaria minha pena perante a inquisição dos tomadores de conta da vida alheia?

E seu te disser que meu bebê acordou sei lá quantas vezes (desisti de contar há muito tempo), você me compreenderia?

E seu te disser que mesmo acordando às 8h da manhã eu preparei o café para a família, brinquei com meu bebê, coloquei roupa para lavar, fiz almoço e mais uma porrada de pequenos detalhes que ocupam uma grande parte do meu tempo… você acharia competente?

Se eu te disser que nesse meio tempo intempestivo meu bebê caiu e machucou o rostinho enquanto brincava e eu passei mais de duas horas tentando fazer compressa, tentando acalmá-lo mesmo eu estando tremendo de medo e sofrendo por não ter conseguido evitar que ele se machucasse, tentando distraí-lo mesmo não conseguindo pensar em mais nada, dando beijinhos, pedindo desculpa por não está segurando ele naquela hora, tentando desenvolver uma máquina do tempo …

Se eu te disser que todos estes acontecimentos são comuns, fazem parte da vida real da maioria das mães… você me entenderia?

Se eu te disser que é isso que me faz ser a preguiçosa que acorda às 8h e fica até sei lá que horas de pijama, que é isso que faz a desleixada não tomar banho e passar o dia cheirosa de cabelo arrumado e unhas feitas… você me respeitaria?

Se eu te disser que consigo ser feliz assim, e mesmo reclamando e às vezes chorando eu tenho inúmeros motivos para sorrir, você acreditaria?

Enfim, já é quase final do dia, estou aqui deitada na cama com o pijama que coloquei ontem à noite, mas, é hora da soneca do meu bebê, espero que ele durma e eu consiga levantar, tomar um banho e me trocar…

Se eu te pedir para não me julgar, você conseguiria?

Um beijo cheio de carinho e empatia à todas as mães que se sentem cansadas, mas, conseguem enxergar a alegria!

Carol Arruda

Autora

Vem nos acompanhar no Instagram @infanciaematernagem

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“Mama deitado? Ah, vai ficar surdo!”

– Não! NÃO VAI! É cientificamente comprovado que o bebê que mama no seio deitado não tem problemas na audição. Existe no leite materno uma proteção natural contra infecções. O que não pode é mamar na MAMADEIRA deitado, neste caso, há risco.

“Quanto tempo ele fica no peito?”

– Não sei, varia. Às vezes 1h, às vezes 2h, ou apenas 15 minutos…

“Nossa! Duas horas? Não é muito tempo? Você deve ter pouco leite, é melhor complementar, isso é muito cansativo.”

– Tenho leite sim, o suficiente para nutrir meu filho! Você acha que ele passa duas horas no peito bebendo o quê? Gasolina aditivada?

 “Mas duas horas é tempo demais, isso não é normal!”

– É claro que é normal, principalmente bebês mais novinhos, que são amamentados exclusivamente. Além disso, nós gostamos, ele mama e dorme, por isso demora no peito, precisamos entender e respeitar que cada bebê tem seu ritmo.

“E você deixa o bebê dormir no peito? Não pode.”

– Claro que pode! É muito prazeroso, confortável e calmante. É uma decisão de cada mãe.

“E você não põe para arrotar?”

– Ponho, mas, às vezes não precisa, ele arrota no peito mesmo, sem mudar a posição.

“Que horror! Arrota no peito? Isso faz mal.”

– Ah é? Não faz mal nenhum, se o bebê arrotar no peito na posição que está tudo vai continuar bem. Os bebês que são amamentados têm menos necessidade de arrotar do que os bebês que usam mamadeira, pois, o encaixe do seio da mãe na boquinha dificulta a entrada de ar, de todo é importante colocar em posição para arrotar.

“Ele acorda quantas vezes na noite?”

– Depende, às vezes acorda par mamar, mas não conto quantas vezes.

 “Bebês que mamam no seio acordam a noite toda, por isso sempre complementei na mamadeira e meu filho sempre dormiu a noite inteira, graças à Deus não sei o que é problemas com sono de bebê acordando para mamar”

– Sabia que isso é uma grande mentira? Aqui em casa tem noite que ele dorme direto, só acorda no início da manhã. Mas, também há noites em que perco as contas das vezes que acorda).

“Dorme direto? E você não o acorda para mamar? Você não tem medo que ele passe fome?”

– Não acordo! Você gostaria que alguém lhe acordasse no meio do sono?

 “Mama o dia inteiro? Você não marca o intervalo das horas? Esse menino vai ficar obeso.”

– Não marco horas, nem minutos, nem segundos, ele mama o quanto precisar, e mesmo se não quiser mamar, mas quiser vir para o peito se confortar e dormir, pode também! O leite materno é um alimento perfeito, caloricamente equilibrado para manter a qualidade da ingestão, ele NÃO vai ficar obeso.

“Mas que eu saiba é para dar de mamar 15 minutos em um peito e depois 15 minutos em outro!”

– Já falei, não precisa de relógio, a gente se deita na cama e curte)

“Ah tá, entendi!”

– Que bom que entendeu, agora você já pode ajudar uma mãe aflita, apoio é fundamental nesse momento.

Por uma vida materna com mais colaboração e menos palpite!

Um beijo

Autora
Carol Arruda Mello

Instagram @infanciaematernagem

Facebook  Infância e Maternagem

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Às vezes, um gesto de carinho pode colocar a vida do bebê em risco, principalmente se ele for um recém-nascido. Imagine o que pode acontecer com um bebê que teve seu rostinho e suas mãozinhas beijadas por alguém com herpes? Até mesmo a boca de um adulto saudável, que faz higiene bucal diária e frequenta o dentista, possui germes que podem ser muito nocivos a um bebê, cujo sistema imunológico está em desenvolvimento, e portanto imaturo.

Algumas pessoas e parentes não entendem a importância de certos cuidados e acham que é frescura da mãe, ou em muitos casos, a própria mãe não tem informações sobre o risco de um simples beijo ou toque na mão do bebê.

Veja o que aconteceu com uma bebê de menos de 24 dias que morreu após contrair o vírus da herpes ainda no hospital: a pequena Eloisa Lampton nasceu em Queensland, na Austrália, e morreu. Os médicos acreditam que a recém-nascida tenha sido infectada ainda no hospital, através de um beijo dado por alguém que estava com uma afta.

Imagem reproduzida
Imagem reproduzida

Eloisa começou a perder peso após alguns dias em casa e precisou voltar a ser internada. Para tentar descobrir o que causava a perda de peso, a equipe médica a sedou e conectou a um aparelho que ficou responsável por bombear o sangue.

Após dois dias de investigação, a família foi informada que a doença era causada pelo vírus da herpes.

O vírus foi transmitido através de uma lesão. É preciso ter contato – através de beijo ou toque.

Este caso aconteceu em novembro de 2014, mas, é mais comum do que imaginamos. Semana passada uma mãe aflita fez um alerta em seu perfil do facebook:

A mãe de Oliver, um bebê de 1 anos e 3 meses se preocupou quando viu que ele estava ficando com manchas vermelhas e regiões do corpo irritadas/empoladas. Ela o levou ao médico e teve uma péssima notícia: seu bebê havia contraído herpes. Amy, então, resolveu publicar fotos das lesões para fazer um alerta. No caso de Oliver houve tempo para o tratamento.

Herpes em bebê

“Isso é o que acontece a bebês quando entram em contato com alguém com herpes. Oliver agora tem o vírus da herpes e o terá para a vida toda. Pense antes de beijar um bebê”, escreveu, Emy.

Mantendo o equilíbrio e a calma:

Inúmeras doenças podem podem ser transmitidas pelo beijo por meio de gotículas de saliva se a pessoa estiver doente ou carregando algum vírus. Mas, não é necessário privar o bebê dessa expressão carinhosa tão importante para a construção do vínculo, no entanto, é importante ter consciência dos limites. Apenas os pais e pessoas íntimas como avós e tios (desde que não estejam doentes) podem fazer esse tipo de contato, mas, sem deixar os cuidados com a higiene de lado.

O toque com as mãos é também muito perigoso. Nós tocamos em maçanetas, bancadas, torneiras, privadas… Tudo isso guarda microorganismos que podem ser prejudiciais ou até mesmo fatais, como por exemplo o vírus da H1N1!

Então, o alerta sempre será sobre higienizar bem as mãos ou manter distância do bebê caso você esteja doente ou sob suspeita.

Autora:

Carol Arruda

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Fontes: Jornal Extra e Daily Mail

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Cerca de 30% das crianças com mais de um ano têm episódios de constipação, esse assunto é importante e requer atenção, após um ano de idade os bebês podem associar a dificuldade em fazer cocô com sentimentos negativos, como medo, por isso, é tão importante ficarmos atentas a frequência, consistência e sensações da evacuação. Neste post trago uma receitinha para combater a prisão de ventre não só dos bebês, como de toda família. Essa receita é tão deliciosa que mais parece uma sobremesa. é 100% natural, e sem açúcar, mas fica um doce delicioso. Faço toda semana aqui em casa, pois, Miguel tem o intestino preguiçoso, e eu cuido com atenção para ele não desenvolver prisão de ventre e não sofrer com o cocô. Importe: lembre-se sempre de oferecer bastante água ao seu bebê. E ainda contribui para melhorar o sono!

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Anotem os ingredientes:

3 peras médias (usei a vermelha – red bartlett – mas você pode usar qualquer uma)
2 ameixas secas
2 laranjas (eu gosto da laranja tipo mimo, pois é doce e muito suculenta)
2 colheres de chá de semente de erva doce
Canela em pó (a gosto)

Passo a passo:

Corte as peras em cubos.
Faça o chá da semente da erva doce em 200ml de água filtrara (ferva a água e ponha as sementes em processo de infusão na água quente – mergulhe a pera em cubos no chá em infusão e reserve.
 
Pegue a ameixa e retire o caroço, leve para cozinhar em fogo baixo com o suco da laranja até ir desmanchando e ficar uma calda caramelizada.
 
Separe os cubos de pera que estavam mergulhados no chá e tire as sementes. Em seguida coe o chá e leve a pera cortada em cubos para cozinhar nele e adicione a calda feita com a ameixa e o suco da laranja.
 
Quando a pera tiver cozida em consistência macia (ao ponto de se desmanchar com a pressão da língua no céu da boca) adicione a canela em pó e misture.
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O ponto certo é cubos de pera bem macios com uma calda grossinha do chá e da ameixa.
 
Fica uma delícia e ajuda no funcionamento do intestino. Serve para toda família.
 
Espero que gostem!
Um beijo

Autora

Carol Arruda Mello

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